quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"A administração foi o maior problema", diz Adriano Gerlin

Foto: Internet 
 

Experiente jogador, Adriano Gerlin, 37, acumula no currículo passagens por grandes clubes, entre eles o São Paulo. Eleito o melhor jogador em um mundial sub-17, o meia ficou conhecido pela sua habilidade com a bola.

Como dirigente, buscou em Presidente Prudente fomentar seu projeto pessoal e fundou o Oeste Paulista Esporte Clube (Opec) em 2005, representando a cidade no cenário do futebol por três temporadas, conquistando o acesso à série A-3 em 2007, levando de quebra o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão (quarta divisão profissional). Agora, após fracassar como presidente/atleta, ele quer dar a volta por cima retornando aos gramados no próximo ano.

O jogador e ex-presidente do Opec treina visando 2012, quando vestirá a camisa do recém-fundado Grêmio Prudente (sem ligações com o antigo Grêmio Barueri). Mesmo aparecendo como associado do novo clube, Adriano promete ficar longe do cotidiano de um dirigente de futebol.

"Eu estou focado em jogar. Esse vai ser meu papel. Já estou treinando há algum tempo para que eu me prepare o mais rápido possível. Estou com 37 anos, mas tenho certeza que tenho condições de desempenhar um grande futebol. O pensamento é já ter o acesso em 2012. Antigamente eu tinha cargos, muita responsabilidade não dá", diz o meia.

O Opec, extinto para ceder a vaga ao Grêmio Prudente, teve seu auge em 2007, quando conquistou o título da Segundona. Porém, com dívidas e atuações apagadas em campo não conseguiu manter-se ativo. Para Adriano, a administração foi o maior obstáculo.

"Naquela época erramos fora de campo, administrativamente, mesmo sendo campeões. A administração foi o maior problema. Eu participava como presidente, pagando, viajando, jogando... Uma das dificuldades foi essa, a gente tinha um grande trabalho dentro de campo, mas fora de campo deixei a desejar por algumas questões ou até pela inexperiência", afirma.
 
 
 

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